Reflexão sobre a sessão " Cidadania Digital : Riscos e oportunidades"



Sessão sobre “Cidadania Digital: Riscos e oportunidades”

No passado dia onze de dezembro de 2017, foi apresentado às discentes da Licenciatura em Educação Básica uma sessão de “Cidadania Digital: Riscos e oportunidades”. O apresentador da sessão foi o Docente João Torres do Centro de Competências TIC da Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico de Setúbal.
Para as discentes da Licenciatura de Educação Básica, a sessão disponibilizada é uma mais-valia na formação teórica e prática como educadoras ou professoras, tendo em consideração que cada vez mais cedo os indivíduos têm acesso às novas tecnologias e é necessário que quem é responsável pelo ensino esteja informado dos efeitos positivos e negativos, metodologias de utilização das TIC bem como prevenção de cyberbulling.
Segundo Oliveira, Pedro Miguel (2016) «Uma falha de segurança, à semelhança de qualquer arma física, vale consoante o seu poder destrutivo.»
Esta afirmação demonstra que as novas tecnologias possuem não só efeitos positivos mas também negativos. Alguns dos problemas existentes na sua utilização são: não saber gerir o tempo de uso, burlas, cyberbulling, fotografias enviadas para um individuo com a intenção de serem privadas no entanto tornarem-se públicas e o uso indevido de redes sociais.
O tema que mais despertou em mim curiosidade foram as redes sociais, até ao momento encontrava poucos pontos fracos na sua utilização, com a abordagem do Professor João Torres tomei consciência de que existem inúmeros resultados negativos, o que me leva a crer que os docentes em geral, deverão ter formação sobre o tema, tendo como finalidade transmitir algumas atitudes de prevenção aos alunos e encarregados de educação, logo no ensino básico, visto que, alguns dos alunos do primeiro ciclo já possuem redes sociais.
Passarei a designar os pontos fracos na utilização das redes sociais:
- Fornecer excessiva informação da pessoa;
-Os indivíduos ignoram a qualidade de informação e as fontes;
-Desrespeito pelos direitos de autor;
-Burlas disfarçadas de concursos;
-Fotografias que são tornadas publicas sem o consentimento dos autores.
Segundo o Professor João Torres, os cuidados a serem tomados face ao uso da internet são: conhecer as regras virtuais, não copiar e colar sem que sejam efetuadas alterações, prevenção em relação a anonimatos (quer na realização de um quer no dialogo com outros) e por fim não utilizar as tecnologias para ferir a suscetibilidade de alguém.
Na discussão sobre o tema, foi verificado que até em adultos temos a tendência para não verificarmos a veracidade da informação contida quer nas redes sociais ou outros sites, sendo que algumas discentes já sofreram burlas ou crença em informações enganosas.
O Professor informou o curso da existência da pegada digital, sendo que é designada como toda a informação colocada nas redes sociais, o que demonstra que não há informações totalmente removidas do mundo virtual. Esta afirmação pode-nos deixar apreensivos em relação à utilização indevida das redes sociais ou outros sites.
Esta sessão, na minha ótica, foi benéfica a nível pessoal e formativo, tendo em conta que foram mencionadas informações desconhecidas e desta forma pude aprender e mais tarde ensinar, não só em contexto educativo mas também familiar e social.

                                                                       Discente: Sara Oliveira

                                                                       Data: 12/12/2017


Reflexão individual sobre questões de segurança, privacidade e fidedignidade suscitadas pelas novas tecnologias de informação e comunicação


No dia 11 de dezembro de 2017, a aula da Unidade Curricular de Língua Portuguesa e Tecnologias de Informação e Comunicação, foi apresentada pelo professor João Torre e teve como temática questões ligadas à segurança, privacidade e fidedignidade suscitadas pelas novas tenologias de informação e comunicação. No âmbito das questões apresentadas em aula e segundo a leitura de textos sugeridos pelo docente, foi proposta uma reflexão individual sobre as temáticas abordadas.
Hoje em dia, a internet está presente em basicamente todo o nosso quotidiano. No meu caso, assim que acordo até me deitar novamente, utilizo os dados móveis durante todo o dia, quer para aceder às redes sociais ou para auxílio em trabalhos na faculdade. A internet permite-nos comunicar e ter acesso a várias informações a nível mundial, o que pode ser positivo, mas que, também implica alguns riscos. É importante salientar que a maioria da população mundial, hoje em dia, consegue ter acesso à internet e comunicar com uma pessoa do outro canto do mundo. Muitos são os perigos que, ao longo do tempo, que a internet foi evoluindo, foram também crescendo e ganhando dimensões assustadoras. Temos como exemplo os Hackers, que podem basicamente, atacar qualquer tipo de pessoa, empresa e até governos, extraindo ou alterando informações, realizando burlas e furtos online, expondo conteúdos privados, entre outras ações prejudiciais aos utilizadores.
A maior falta de segurança na internet, penso que está ligada ao acesso aos dados pessoais e segundo Paulo Vasconcelos, no seu artigo “O surfista e a onda: fraude na internet”, nós enquanto utilizadores,” (…) temos práticas pouco cuidadas que fazem com que seja cada um de nós o nosso maior inimigo. Sim, a maior ameaça à segurança não são os piratas informáticos, nem organizações criminosas sedentas de dados para manipulação e venda, nem estados para controlar os seus cidadãos ou outros estados. A maior ameaça somos nós. (…)”. Embora a maioria dos sites, como o Facebook por exemplo, assegure a proteção dos dados pessoais, se a pessoa assim o entender, sabemos que toda a informação pessoal, fotografias, opiniões, etc, que são colocadas na internet podem ser acedidas por qualquer utilizador ou hacker. Assim concordo com Paulo Vasconcelos quando diz que somos nós, utilizadores, que na maioria das vezes, nos metemos em perigo.
No meu ponto de vista, um outro perigo da internet está ligado a compras online. Não tenho experiência no assunto pois, tenho muito receio dos muitos perigos, ligados a este método de compras, como burlas e fraudes. Conheço inúmeros exemplos de burlas ligadas a compras de roupa onde os produtos não correspondem à imagem visualizada no site. Um outro aspeto negativo destes sites é que, é necessário o preenchimento de um formulário, onde é pedida a inserção de dados do cartão de multibanco ou de outra forma de pagamento que, podem ser hackeados.
O próximo perigo que posso elucidar está ligado aos links em que clicamos ou que acedemos pois, é desta forma que a maioria dos vírus é transmitida de utilizador para utilizador. Neste ponto de vista considero-me uma utilizadora irresponsável pois sou muito distraída e por vezes carrego em links que transmitem vírus ao computador. Para alem disso, não percebo totalmente o funcionamento do meu antivírus, ignorando alguns conselhos de limpeza que este me dá, por preguiça e consequentemente perco tudo o que tenho no disco, porque é necessária uma formatação.
Por último, refiro o perigo, do qual tenho mais receio. Esta falta de segurança está ligada às câmaras dos computadores. Através de um documentário percebi que há hackers que conseguem aceder às câmaras web dos computadores e visualizar o utilizador do mesmo. Este assunto assusta-me imenso pois tenho muito medo que possa ser vista em alguma situação comprometedora ou pessoal e ser alvo dessa mesma partilha na internet. Para minha segurança decidi então colocar um autocolante opaco na frente da câmara do meu portátil.
Por fim, posso concluir que, após a análise de algumas falhas de segurança na internet, aquelas que para mim são as mais perigosas, é muito importante referi-las e explicá-las às crianças e aos pais. Os pais das crianças de hoje, cada vez menos controlam os conteúdos a que os seus filhos têm acesso, dando-lhes o telemóvel como forma de entretenimento, para que se acalmem e, não tomando atenção a que conteúdos acedem. Assim é muito importante mostrar às crianças os aspetos positivos da internet e por sua vez das TIC, mas não esquecendo também de elucidar os seus perigos.
É dever da escola, que as crianças tenham noção destes perigos o mais cedo possível para que assim, possam intender a importância e a necessidade de evitar ao máximo as falhas de segurança e terem uma maior atenção nas pesquisas e navegações pela internet.

Discente: Ana Batista


                                                                       Data: 18/12/2017

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