Reflexão Critica ao jogo escolhido

No âmbito da unidade curricular LPTIC, as discentes do terceiro ano da Licenciatura de Educação básica efetuaram a leitura dos diversos para percecionarem se o jogo optado correspondia aos critérios designados pelos autores, sendo : “Jogos Como Ferramenta Educativa: de que forma os jogos online podem trazer importantes contribuições para a aprendizagem” de Tiago S. L. Gomes e Ana Amélia Amorim Carvalho para análise do jogo optado pelas mesmas.
No seguimento da leitura são destacadas algumas características enunciadas pelos autores e deste modo as discentes realizaram a sua avaliação, ou seja, se o jogo escolhido poderia ser denominado pedagógico. Abaixo seguem-se os cinco critérios nomeados respetivamente:

1-      O jogo é livre, representa uma escolha dos jogadores;
O jogo escolhido é caracterizado por ser livre, as palavras não são escolhidas pelo jogador. Neste primeiro critério, podemos concluir que o jogo optado não é pedagógico.

2-      O jogo não é a vida 'real', embora a prática do jogo possa ser encarada com seriedade;
O nosso jogo possui ilustrações face a objetos e animais conhecidos através do nosso quotidiano. Segundo este critério, o nosso jogo é pedagógico.

3-      Existe uma distinção entre jogo e vida 'comum', ou seja, o jogo possuí início e fim;
O jogo escolhido  na última palavra recomeça sem que haja qualquer tipo de aviso.
Conforme estas características enunciadas podemos afirmar que o jogo optado não é pedagógico.

4-      O jogo possuí regras próprias e configura-se nelas. O não cumprimento dessas regras “estraga o jogo”;
No nosso jogo, quando uma letra é colocada incorretamente, é demonstrado que é a letra incorreta sem revelar qual a correta.
Deste modo podemos verificar que o jogo não está de acordo com este método de avaliação, ou seja, não é pedagógico.

5-      No jogo existe uma imprevisibilidade, uma incerteza, uma certa influência do acaso. Esses fatores podem provocar o envolvimento passional uma vez que geram uma certa tensão nos jogadores e, com isso, ajuda a estabelecer regras de limite dentro de uma atividade.
O jogo escolhido não apresenta limite de tempo para a sua resolução.

As discentes, através desta análise concluem que o jogo escolhido não é de carácter pedagógico tendo em conta os critérios apresentados pelos autores .
No decorrer da leitura as discentes verificam que os autores, nomeadamente,Tiago S. L. Gomes e Ana Amélia Amorim Carvalho, dão denominações ao tipo de jogo, sendo o escolhido, um jogo educativo explícito, ou seja, direcionado para um público pré-estabelecido, com a finalidade de transmitir um conteúdo formal específico. Podendo ser um conteúdo presente no ambiente e escolar, no caso que referímos: Português, nomeadamente formação de palavras e identificação de letras. 
Os jogos criados são destinados a jogadores individuais e não permitem a formação de grupos de jogadores de acordo.
As discentes, para completarem a sua pesquisa sobre jogos pedagógicos, prosseguiram o seu estudo mediante a leitura do texto “Games e educação – a construção de novos significados”, cuja autora é Lynn Rosalina Gama Alves.
Segundo os autores, os jogos devem possuir um conteúdo artístico não efémero que os aproxima do objeto ideal das humanidades, a obra de arte, tornando-os visíveis e narráveis ao observador.  O jogo em análise contém conteúdo artístico, objetos ideais da humanidade,pode ser considerado simples e apelativo à criança, contudo poderia ter um narrador ou instruções no decorrer da atividade para estar adaptado às crianças com maior grau de dificuldade na realização do mesmo, nomeadamente idades compreendidas dos 3 aos 5 anos.
Segundo Aarseth, “Se não experimentarmos o jogo pessoalmente, é possível que cometamos graves erros de interpretação, mesmo que estudemos a mecânica e demos o nosso melhor para adivinhar as suas soluções.” Esta é uma etapa fundamental para realizar quando queremos selecionar um jogo e utilizá-lo como recurso pedagógico. Os jogos devem sempre ser testados para não sermos surpreendidos quando o apresentármos às crianças. Quando escolhemos o nosso jogo, testámo-lo até ao fim e visualizámos que se tratava de um jogo adequado para o público-alvo em questão.

Segundo Leão existem três tipos de labirintos:
O primeiro caracteriza-se pela apresentação de “traços unicursais, isto é, sem bifurcações, não oferecendo a liberdade de escolha ao seu visitante” (Leão, 2002).  
O jogo enquadra-se nesta definição porque são impostas palavras à criança sem que esta possa escolher.
O jogo em análise não está relacionado com a cidadania nem implica conceitos sociais. O mesmo é apenas direcionado a uma área lecionada, nomeadamente o Português.
Segundo estes critérios, as estudantes podem verificar que o seu jogo é de carácter pedagógico, apesar de possuir algumas lacunas, nomeadas em toda a análise e estudo do jogo.
De modo geral, as discentes concluem que o jogo poderá ser pedagógico, para crianças dos três aos seis anos, ou seja, correspondem ao pré-escolar. Para níveis educacionais mais avançados pode tornar-se pouco desafiante.

Bibliografia

"Jogos Como Ferramenta Educativa: de que forma os jogos online podem trazer importantes
contribuições para a aprendizagem” ( Gomes, Tiago e Carvalho, Ana (s.d)) disponível em:
http://impactum-journals.uc.pt/rppedagogia/article/view/1245/693. (s.d.).
Jogo disponível em :
http://www.junior.te.pt/servlets/Jardim?P=Jogos&ID=34. (s.d.).
http://www.lasics.uminho.pt/ojs/index.php/zondgames08/article/view/351/327. (s.d.)..

Comentários

  1. Link da Reflexão em modo publicação na plataforma ISSUU : https://issuu.com/anabatistapika96/docs/reflex__o_critica_do_jogo

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  2. Boa tarde,
    o vosso texto está pobre e contém muitos erros. Iniciam dizendo que fizeram uma leitura, mas afinal parece que fizeram várias. Ao longo do texto afirmam que o jogo não se enquadra nos critérios mas também afirmam que os critérios não se enquadram no jogo. Afinal em que ficamos? Se é o jogo que está em análise é ele que pretendemos perceber se se enquadra nos critérios e não o contrário. As citações dos autores não possuem número de página. Em vez de bibliografia deviamos ter referências. E as referências bibliográficas estão todas incorretas.
    Para além de tudoisto, o texopublicado no ISSUU não está identificado.
    Cumprimentos
    MRR

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    1. Procedemos às devidas correções.
      Cumprimentos,
      Ana Batista e Sara Oliveira

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